University of Texas Press
resumo

Enquanto os casos de Covid-19 avançam no Brasil, as instituições religiosas reagem de maneiras distintas. Além dos desafios para a saúde pública, o país se vê também diante dilemas éticos, sociais e religiosos.

palavras chave

religião, saúde pública, pandemia, Brasil

Aexpansão da Pandemia provocada pelo vírus Sars-CoV-2/Novo coronavírus atinge o Brasil no dia 26/02/2020 (começo da Quaresma Cristã), iniciando sua marcha exponencial de contágios e óbitos. Dia 08/05/2020, 72 dias depois, as cifras do Ministério da Saúde indicavam 145.328 casos confirmados, com 9.897 óbitos, o maior índice latino americano (Brasil, Ministério de Saúde, 2020, p. 30). Tal situação acirrou os debates sobre adoção ou recusa de medidas mais severas, indicando a quarentena aos grupos de risco e distanciamento social da população, especialmente nos grandes epicentros da contaminação (São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília).

O problema se radicaliza a partir de 15/03, quando o Presidente da República, contrariando recomendação médica, participa de manifestação política em Brasília. Dois dias depois, em 17/03, morre a primeira vítima da Covid-19 e políticas de impedimento de aglomerações são implantadas, provocando efeito imediato na rotina de diversas organizações religiosas. Nesta semana surge a polêmica da Igreja Assembleia de Deus Vida em Cristo (ADVEC), liderada pelo Pastor Silas Malafaia, que contestava "medidas drásticas" de suspensão das atividades de comércio e serviços, adotadas por governantes [End Page 272] do Sudeste brasileiro. O pastor foi à Justiça Federal e obteve o direito à manutenção do funcionamento de sua rede de templo, embora concordasse depois com a restrição aos eventos e sem realização de cultos (Araújo, 2020).

Contudo, um decreto presidencial, que indicava todas as atividades essenciais que não poderiam ter seu funcionamento prejudicado pelo isolamento, incluiu as atividades religiosas abrindo espaço a uma situação paradoxal (Verdélio, 2020). Como regular o funcionamento de organizações religiosas quando as medidas de distanciamento social atingem a liberdade de culto, justamente no simbólico período cristão da Quaresma?

Diante do fato de que a religião continua sendo questão-chave para a leitura de uma variada gama de fenômenos contemporâneos (Stump, 2008), esse texto pretende observar algumas respostas, nada lineares, de quatro agrupamentos religiosos: católicos, evangélicos, espíritas e afros e das entidades orientais e indígenas. Até que ponto as orientações sanitárias de uma crise global afetam suas orientações devocionais? Espera-se mostrar, ainda em nível hipotético, como e por que as organizações religiosas estão sendo discriminadas positivamente como serviço essencial na crise sanitária.

as organizações católicas

No Brasil, cerca de 60 por cento da população se confessa "católico", o que dá à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) uma condição majoritária para orientações no plano religioso cristão na adoção de medidas pastorais. O cardeal Sérgio da Rocha, em Brasília, reiterou a necessidade de manter o acompanhamento do cenário nacional e seguir as orientações sanitárias das autoridades médicas e dos governos estaduais.

Dentre as medidas adotadas estão a suspensão das celebrações eucarísticas com a presença de fiéis, a ampliação da comunicação à distância (via rádio, internet e televisão) e a aderência às homílias ao tempo quaresmal/quarentena como um momento de reclusão e oração (Machado, 2020). Atenção especial é dada aos públicos mais vulneráveis como idosos, grupos de risco (diabetes e doenças cardiovasculares) e pessoas de vulnerabilidade econômica e social.

A Santa Sé, no Vaticano, recomendou a suspensão de sacramentos como a primeira comunhão, exercícios espirituais, atividades paroquiais, peregrinações e visitas guiadas. Em sintonia, a CNBB, diante da Campanha da Fraternidade Dom e Compromisso, convoca a suspensão de eventos com risco de aglomeração de pessoas. Outros órgãos católicos como a Coordenação e a Assessoria Técnico-Científica da Pastoral da Saúde Nacional reforçam as instruções da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, ajudando a regular práticas presenciais com distanciamento sanitário nos serviços que ainda permaneceram.

Processos muito semelhantes foram estabelecidos no âmbito das ordens religiosas, da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) e da Conferência Latino-Americana dos Religiosos e Religiosas (CLAR, que definiu todas as suas ações, também além do vírus, como uma arte de cuidar (Pessini, 2010).

A busca eletrônica não revelou nenhum posicionamento oficial para combater o Covid-19 da Igreja Católica Apostólica Brasileira [End Page 273] (ICAB) e da Igreja Católica Apostólica Ortodoxa que possui um Diretório das Paróquias, Comunidades e Missões em todo o Brasil.

as organizações evangélicas

Voltando ao centro da polêmica indicada no início dessa reflexão, faz-se necessária uma ressalva a respeito da imensa diversidade do que se denominam organizações evangélicas. Esta diversidade de opiniões não deixou de ser uma realidade presente no movimento evangélico diante da Pandemia do Covid-19. Muitas organizações evangélicas passaram a instruir seus fiéis a seguirem novas regras de conduta, enquanto outras denominações associaram a doença a forças sobrenaturais, desafiando os fiéis a uma batalha espiritual envolvendo doações monetárias e outros ritos.

Tais divergências resultaram em uma grande variedade de posicionamentos entre membros e líderes religiosos. O momento mais explosivo deu-se quando governos regionais anunciaram que as igrejas suspendessem qualquer evento que promovesse a aglomeração de fiéis. Os conflitos ampliaram-se ao ponto de que representantes de algumas organizações religiosas fizessem lobby pela exclusão das instituições religiosas de qualquer medida restritiva em escala federal (governo e congressistas), enquanto outras organizações religiosas aderiram à campanha a favor do isolamento.

A Conferência Nacional da Igrejas Evangélicas do Brasil (CNIEB) afirma representar cerca de 60 milhões de brasileiros, dentre estes 350 mil líderes religiosos, junto às autoridades, empresários e toda a sociedade civil organizada. Portanto, em seus canais oficiais de comunicação, a CNIEB não emitiu nenhum posicionamento sobre a conduta das organizações religiosas vinculadas a ela para definir medidas sanitárias referentes a pandemia do Covid-19.

A Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) orientou a suspensão imediata e por tempo indeterminado de todas as atividades que envolvam o encontro presencial de pessoas. Também a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) orientou seus presbitérios a suspenderem as atividades públicas, sugerindo que as igrejas organizem mensagens e celebrações por meio das redes sociais virtuais.

A Igreja Metodista do Brasil instruiu seus fiéis a se dedicarem à oração pelos profissionais da saúde, enquanto a Aliança Batista do Brasil (ABB) incentivou os seus seguidores ao exercício da solidariedade, pois defende que não basta fechar as portas das igrejas nos dias de culto. São exemplos de igrejas que direcionaram a arrecadação virtual de dízimos e outras doações.

No âmbito pentecostal observou-se uma maior variação de posicionamentos. O Instituto Cristão de Pesquisas (ICP), traz em seu website uma série de enquetes questionando o posicionamento do usuário a respeito da suspensão ou não dos cultos, devido a pandemia. Cerca de oitenta por cento das respostas são favoráveis à suspensão, o que mostra que não se deva fazer associação imediata entre conservadorismo pentecostal e práticas ideológicas do governo federal.

As Comunidades Renascer em Cristo e Bola de Neve publicaram em seus sites oficiais o cancelamento de eventos presenciais. [End Page 274] No âmbito das igrejas evangélicas renovadas, a Igreja Mundial do Poder de Deus, em 21/03/2020, registrou duas publicações quanto ao coronavírus: uma solicitando prudência aos fiéis e sair de casa somente se necessário; outra, orientando cultos online. Já a Igreja Internacional da Graça de Deus (ONGRACE) postou um vídeo do presidente da instituição no Facebook, comunicando o cancelamento das reuniões previstas para o mês de abril de 2020.

A Igreja Cristã Maranata (ICM) também se manifestou no dia 28/03/2020, por meio de seu site oficial, suspendendo atividades presenciais por tempo indeterminado. Já a Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA) foi mais completa na orientação de alertas frente a Pandemia, tanto para fiéis quanto aos seus pastores e funcionários. A IPDA manteve igrejas abertas para orações, mas sem imposição de mãos, mãos dadas ou unção com óleo. A igreja também cedeu o Templo 3, na cidade de São Paulo, para a realização de atendimentos hospitalares.

A Congregação Cristã no Brasil comunicou aos seus membros, no dia 21/03/2020, seguindo as orientações da OMS, que suspenderiam todas as suas atividades. A Igreja O Brasil para Cristo (OBPC) adotou o seguinte procedimento, por intermédio de uma resolução do pastor presidente, dirigida às demais igrejas congregadas: suspendam suas atividades e evitem aglomerações até a emissão de uma nova ordem.

A Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) reconheceu a gravidade da disseminação do Covid-19 e, desde 16/03, tenta estabelecer medidas preventivas. Semelhantemente, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias informou a suspensão das atividades presenciais, bem como passou recomendações sobre higiene pessoal e cuidados coletivos.

Finalmente nesse bloco, observa-se como a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) tem se manifestado frente à crise. Nos primeiros dias após a divulgação da pandemia, a IURD anunciou que não suspenderia suas atividades. Após decretos estaduais proibindo aglomerações, a IURD manteve suas atividades à revelia das determinações. Entretanto, muitos fiéis deixaram de frequentar os templos, por terem opinião diferente de seus líderes e preservarem as recomendações do Ministério da Saúde.

entidades espíritas e afrodescendentes

Embora não haja teologicamente um fundamento comum entre essas entidades – exceto a tensa e sincrética vizinhança com as diferentes formas do cristianismo -, como estariam as federações espíritas e povos de terreiro lidando com uma pandemia tão restritiva aos seus campos de atuação?

O Brasil tem 12.290 instituições espíritas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estática (IBGE) de 2010. O espiritismo tem 3,8 milhões de fiéis autodeclarados e 30 milhões de simpatizantes, segundo a Federação Espírita Brasileira (FEB). A partir de 16/03/2020, a FEB encerrou suas atividades presenciais, inicialmente no contexto da doença em Brasília e pelo número crescente de casos, e intensificou as recomendações de limitar a circulação de pessoas nas ruas e em ambientes coletivos. As federações espíritas estaduais seguiram as recomendações da FEB quanto às restrições para evitar aglomerações [End Page 275] de pessoas. A partir desse momento diversas das práticas religiosas tiveram início de forma on-line.

Assim, a instituição mantém uma significativa base de divulgação virtual de seus ensinamentos e posições. Navegando pelos portais da entidade, é possível registrar um apelo maior aos valores de proteção das casas espíritas e seus seguidores. A campanha NFiqueEmCasa, por exemplo, aparece em parte de suas postagens.

Além disso, a Federação acolheu um informe em 13/03/2020, assinado pela Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil), no qual se sugere que os trabalhos espirituais de atendimento ao público podiam ser feitos à distância, como que em um trabalho de irradiação na consolidação de correntes de vibração.

A Igreja Vale do Amanhecer, com sede em Planaltina no Distrito Federal e sob a presidência de Mestre Raul Zelaya, emitiu um comunicado ao seu corpo mediúnico, dando conta de que estavam suspendendo todos os trabalhos evangélicos e iniciáticos (Correio Braziliense, 2020).

Já entidades afrodescendentes agregam Terreiros e Casas de Umbanda, Candomblé, Jurema, Batuques, Maracatu e Tambor de Mina. Os vínculos ancestrais desses terreiros podem incluir ascendências indígenas e formas do catolicismo popular, regionalmente demarcadas pelas peculiaridades históricas dos modos de exclusão e segregação socioespacial, o que se reflete na extrema dificuldade de obtenção de informações em páginas oficiais, sem paralelo com as organizações católicas e evangélicas. Portanto, sobre o enfrentamento da pandemia, busca mos poucos, mais expressivos exemplos.

O Terreiro de Jurema Mestre Zé da Virada em Natal no Rio Grande do Norte fez uso de um comunicado do Instituto Ancestral das Mulheres de Axé (Instituto AMA) para manifestar repúdio e indignação pelo pronunciamento irresponsável do Presidente da República ao reportar aos idosos. O Instituto também lembra que zelar pelo bem-estar físico, emocional e social das mulheres de axé continua sendo a sua principal primazia; traduzido por um culto de cunho matriarcal, que ao longo dos anos tem sobrevivido e resistido através da oralidade. Assim, qualificam-se as mais velhas como o maior legado que possuem, entendendo que as suas mulheres são verdadeiros celeiros de sabedoria e ciência – aqui, leia-se ciência enquanto conhecimento de vida.

Outro exemplo vem do Templo de Umbanda Renovada Guerreiros de Aruanda, de Joinville, Estado de Santa Catarina. Após ter suspendido por tempo indeterminado as atividades religiosas, na madrugada de 26/03/2020, o Templo publicou um vídeo através de suas redes sociais incentivando os fiéis e simpatizantes a enfrentar esse momento com paciência, sabedoria, tolerância e muito Axé.

O presidente da Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro-Ameríndia (AFA), Leonel Monteiro, aconselhou que as atividades em templos religiosos de matriz Afro-Indígena fossem alteradas para o combate ao novo coronavírus (Correio de Salvador, 2020). A associação pede que o calendário litúrgico da casa seja suspenso e que nenhuma atividade aberta ao público seja realizada. Isso sinaliza ao associado [End Page 276] vínculos dos Terreiros mais com o poder público local do que com as demandas nacionais.

religiões orientais e indígenas

Instituições de conexão teológica com países do Oriente, assim como entidades de enraizamento indígena, pouco explicitam suas providências nas redes. Por exemplo, a Comunidade Bahá'ís declara, através de seus canais oficiais, que vem acompanhando as orientações de especialistas e autoridades de saúde pública na pandemia do Covid-19. Os escritórios da comunidade, porém, não deixam explícitos os detalhes do acompanhamento.

A posição da Igreja Messiânica Mundial do Brasil, por sua vez, é mais direta. A organização reforça o que já estava sendo ventilado pela mídia sobre o isolamento físico e o fechamento a partir de 19/03/2020 de todas as suas unidades. Os cultos diários passam a ser transmitidos on-line ou gravados sem a presença de fiéis. Esta foi a forma encontrada pela igreja de fortalecer os ensinamentos de Meishu-Sama e aprofundar a fé a partir dos lares.

O Movimento Hare Krishna, via o conselho da ISKON no Brasil, anunciou a adesão às recomendações de contenção e prevenção, reforçou as medidas de higiene e orientou sobre suas celebrações: os festivais de domingo serão suspensos, as comemorações especiais adiadas. Já a adoração diária deverá ser mantida, observando as orientações do Ministério de Adoração às Deidades: Bhakti-vrksa, Lapidar, namahattas. Outras formas de estudo e pregação, em células, deverão evitar promover encontros presenciais.

Nas tradições esotéricas, o Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento foi a única entidade que informou o fechamento da sua livraria e a interrupção das programações esotéricas e exotéricas no período de 20/03/2020 a 05/04/2020, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Porém, não foi possível detectar uma orientação mínima sobre a pandemia da maioria das entidades com raízes orientais. Entre os grupos ausentes podemos citar a Rosacruz Áurea, o Templo Xíntoista do Brasil, a Summit Lighthouse do Brasil/Grande Fraternidade Branca e Ananda Marga/Organização de Yoga.

A tradição eclética universalista cristã, Santo Daime, também conhecida como doutrina da floresta, reúne as tradições católicas, espíritas, esotéricas, caboclas e indígenas utilizando em seus rituais a bebida milenar Santo Daime ou Ayahuasca originária dos povos nativos da Amazônia Ocidental. A doutrina possui intenso calendário de trabalhos espirituais durante todo ano, entre eles estão os aniversários de líderes espirituais e celebrações do calendário católico que exige a utilização de fardamentos e hinos religiosos específicos. Contudo, nas mídias e redes sociais não foi identificada a realização dessas atividades durante esse período de pandemia.

conclusão: pluralidade religiosa e o risco dogmático

Fez-se aqui um percurso panorâmico apontando caminhos abertos a aprofundamentos regionais e locais, mesmo em outros países do continente. A ideia foi constituir uma referência a respeito das percepções, leituras, combates e silenciamentos das religiões [End Page 277] quanto à pandemia de Covid-19, justamente no país da América Latina que registra o maior número de contaminações e óbitos e em uma república democrática, atingida pelo esgarçamento entre os Poderes da União, sob a liderança de um chefe de estado, com práticas governamentais absolutamente dogmáticas.

Este é o principal pano de fundo para a gestão de uma hipótese, em geografia política e social, a ser devidamente aprofundada na avaliação das ações burocráticas, fragmentadas ou omissas, das igrejas e entidades religiosas. Se de um lado a religião aparece como uma atividade superestimada – especialmente no recorte evangélico e na proteção existencial/moral da instituição familiar –, de outro, ela perde a liberdade de expressão democrática em suas bases constitucionais, restringindo-se a um único modelo de referência. Trata-se de um cristianismo discriminador, modelado pelo agenciamento de serviços espirituais, incapaz de submeter (na maioria das vezes) seus ritos de controle litúrgicos à função sociocultural, com devido apoio civil a uma comunidade mais ampla, a não ser para fazer propaganda e produzir uma imagem beneficente.

De um lado, atividades religiosas permanecem indispensáveis para a gestão de uma economia política atrelada pelo patrimonialismo das movimentações monetária e eleitoral. De outro, as formas de crença com fragilidades da condição de cidadania podem dar às organizações religiosas um papel preventivo essencial na quarentena, ainda que nutrindo todo fundamentalismo das organizações cristãs frente às não cristãs.

Em síntese, o que se observa é o desperdício operacional dessas organizações religiosas, com sua pluralidade de valores ameaçados pela ruptura dos laços societários, sempre indispensáveis em um momento como esse. A passagem dessa pandemia poderá deixar isso mais cristalino; justamente pelos riscos dogmáticos a serem tão danosos, a médio e longo prazo, quanto a própria pandemia no Brasil.

Christian Dennys Monteiro de Oliveira
Universidade Federal do Ceará - UFC
Fabrício Américo Ribeiro
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE
Ivo Luis Oliveira Silva
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE
Luiz Raphael Teixeira Silva
Secretaria Estadual de Educação do Ceará - SEDUC
José Arilson Xavier de Souza
Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
Gerlaine Cristina Franco
Universidade Federal do Ceará - UFC
Marcos da Silva Rocha
Universidade Federal do Ceará - UFC
Maryvone Moura Gomes
Universidade Federal do Ceará - UFC
Camila Benatti
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS

referências

Araújo, T. (2020, March 23). "Eu estou 100P certo", diz Silas Malafaia sobre manter as igrejas abertas em tempo de coronavírus. Jornal do Commercio. https://jc.ne10.uol.com.br/brasil/2020/03/5603335--eu-estou-100--certo---diz-silas-malafaia-sobre-manter-as-igrejasabertas-em-tempo-de-coronavirus.html
Correio Braziliense. (2020, March 16). Vale do Amanhecer suspende atividades religiosas em março. Correio Braziliense. https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2020/03/16/interna_cidadesdf,834571/vale-do-amanhecer-suspende-atividadesreligiosas-em-marco.shtml
Correio de Salvador. (2020, March 21). Associação pede que terreiros de candomblé suspendam atividades. Correio de Salvador. https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/associacao-pede-que-terreiros-de-candomble-suspendam-atividades/
Brasil, Ministério de Saúde. (2020). Boletim Epidemiológico Especial – COE-COVID19, nº 14 [Web page]. Retrieved from https://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2020/May/09/2020-05-06-BEE15-Boletim-do-COE.pdf
Machado, L. (2020, March 17). De cultos online a 'não leia notícias sobre pandemia': como as religiões estão lidando com o coronavírus no Brasil. BBC. https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51920196
Pessini, L. (2010). Espiritualidade e a arte de cuidar. O sentido da fé para a saúde. Editora Paulinas/São Camilo.
Stump, R. W. (2008). The geography of religion: faith, place, and space. Rowman & Littlefield.
Verdélio, A. (2020, March 26). Governo define lotéricas e igrejas como atividades essenciais. Agência Brasil. https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-03/governodefine-lotericas-e-igrejas-como-atividades-essenciais

Additional Information

ISSN
1548-5811
Print ISSN
1545-2476
Pages
272-279
Launched on MUSE
2020-07-25
Open Access
No
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