This article presents a comparative analysis of A escrava Isaura, the Brazilian romance written by Bernardo Guimarães, published in 1875, and the eponymous popular telenovela launched more than one hundred years later in 1976–1977, in the context of abolitionist discourses about slavery in Brazil, the role of gender, and the sexual vulnerability of enslaved women. Moreover, it interrogates the global popularity of the telenovela and explores the complex reasons for the popularity of this antislavery narrative, specifically the story of the “almost white” enslaved woman Isaura.


Este artigo apresenta uma análise comparativa de A escrava Isaura, o romance brasileiro escrito por Bernardo Guimarães, publicado em 1875, e a epônima telenovela popular lançado mais que cem anos depois nos 1976–77, no contexto dos discursos abolicionistas sobre a escravidão racial no Brasil, o papel do gênero, e a vulnerabilidade sexual das mulheres escravizadas. Além disso, interroga a popularidade global da telenovela e explora as razões complexas pela popularidade desta narrativa antiescravista, especificamente uma historia da escrava “quase branca” Isaura.


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pp. 138-159
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