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Whitening, Mixing, Darkening, and Developing: Everything but Indigenous
Abstract

Abstract:

This article analyzes the image of Brazilian Indigenous minority groups as a figurehead in media discourse, which is based on racializing logics that celebrate historical performances of Indigeneity but minimize attention to the political activity and grassroots movements of the existing population. Using cultural studies as a starting point, this study draws on Diana Taylor’s understanding of identity and on postcolonial thinker Homi Bhabha’s theorizing on nation to conduct a reading of discourses and performances of Indigeneity as part of cultural memory. I propose an analysis of the limited scenarios allowed in this construction of a nation in Brazilian media outlets, which often claim there is political motivation for identity and are incapable of dealing with contemporary Indigenous groups. Overall, this analysis highlights the need to rethink the way we discuss ethnic identity so as to foster a larger dialogue about identity, heritage, and minority cultures in such a way that we avoid falling into a paradigm of modernization and acculturation when discussing ethnicity, and to promote better understanding of the different ongoing political and cultural movements in contemporary Brazil.

Resumen:

Este ensaio analisa a imagem dos grupos minoritários indígenas brasileiros no discurso midiático, com base em uma lógica de racialização que celebra performances históricas de indigenismo mas minimiza a atenção para a atividade política e movimentos de base da população atual. Usando os estudos culturais como ponto de partida, este estudo baseia-se no conceito de Diana Taylor de identidade, bem como na teorização do pensador pós-colonial Homi Bhabha sobre nação, para realizar uma leitura de discursos e performances de indigenismo como parte da memória cultural. Proponho uma análise dos limitados cenários permitidos a esses grupos nos meios de comunicação para construção de uma nação, muitas vezes alegando motivação política para a identidade e excluindo um tratamento dos grupos indígenas contemporâneos. Em geral, esta análise destaca a necessidade de repensar discursos sobre identidade étnica, de modo a promover um diálogo maior sobre culturas de identidade, herança cultural e minorias, de forma a evitar um paradigma de modernização e aculturação quando discutindo o conceito de etnia, e assim promovendo uma melhor compreensão dos diferentes movimentos políticos e culturais em curso no Brasil contemporâneo.