Abstract

Este artigo examina como funcionários do governo brasileiro e representates culturais se envolviam com arte afro-brasileira da década sessenta até a noventa, e como suas atitudes para a produção cultural afro-brasileira mudava em relação à história sócio-político do país. Políticos nacionais e funcionários govermentais constituiam um grupo chave, embora muitas vezes ignorado, no avanço da arte afro-brasileira. As correspondências do Ministério das Relações Exteriores demonstram como políticos e funcionários, motivados pelos próprios interesses, promoviam internacionalmente arte afro-brasileira para fortalecer relações econômicas e diplomáticas com países africanos. No entanto, ironicamente, muitas vezes suas ações contradizia diretamente a maneira em que tratava arte e sociedade afro-brasileira na política doméstica.

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